Dentro de mim há um som, um breve ruído que altera a única sensação de leveza que me é permitido ter.
Os inconstantes pensamentos que me ocorrem, constantemente se congestionam, sufocando-me totalmente, permitindo apenas que vislumbre uma suave névoa de desespero e angústia.
Sim, não consigo controlar a velha dor que visita a minha mente, diariamente, louca e suavemente...
Lenta, doce, meiga, terna, serão sempre estas palavras que irão caracterizar a sensação dolorosa que perfura a liberdade da minha consciência.
Doce, terna, lenta, meiga.